Os fanáticos pela guerra...
Começa a ganhar terreno em Portugal um novo desporto, se é isso que se lhe pode chamar, o Airsoft. Esta brincadeira para os amantes da guerra tem algumas parecências com o paintball, no entanto no Airsoft o equipamento dos jogadores é idêntico ao das forças especiais. As armas, por exemplo, são réplicas quase tão perfeitas que passam bem por modelos reais. A diferença está, obviamente, nas munições. São esferas minúsculas que, disparadas de uma distância razoável, não magoam. Não há que ter grandes cuidados em jogo, mas a protecção dos olhos é fundamental. Os montes e as serras são o terreno preferido pelos amantes do airsoft tentando procurar o melhor cenário possivel para as suas "guerras".
Esta modalidade surgiu no Japão na década de 80. Rapidamente se expandiu ao Ocidente, nomeadamente Europa e Estados Unidos.As armas de airsoft são reconhecidas pela Lei nº 5/2006, de 23 de Fevereiro. De acordo com a legislação, só podem ser vendidas a maiores de 18 anos e o portador tem de estar inscrito numa federação da modalidade, ou seja, na Federação Portuguesa de Airsoft ou na Federação Portuguesa de Tiro Desportivo de Softair. Os infractores estão sujeitos a uma coima que pode ir dos 600 aos seis mil euros.
G3, Sig, Kalashnikov, M15, M16 e Fa-Mas são alguns modelos e marcas de armas usadas pelas forças especiais de todo o Mundo, imitadas para airsoft.
Aqui na Letónia e nestes países essa moda ainda não pegou, continuam a preferir usar armas das verdadeiras...


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